Em muitas cidades brasileiras, a Guarda Civil Municipal (GCM) virou peça-chave no debate sobre segurança pública.
Mas surge a questão: o que tem mais prioridade?
Um plano de cargos e salários estruturado para os agentes ou a criação de uma Secretaria exclusiva de Segurança Pública?
De um lado, os próprios guardas pedem valorização.
Varias corporações no país ainda não têm plano de carreira sólido, o que gera alta rotatividade e desmotivação.
Sem progressão salarial, muitos agentes acabam abandonando a função.
O que se tem são costuras de benefícios mas um plano de carreiras e inexistente.
Por outro lado, prefeitos e gestores defendem que a criação de uma Secretaria de Segurança Pública municipal fortalece a estrutura administrativa, centraliza estratégias de combate à criminalidade e dá mais visibilidade política à Guarda mas esquece do plano de cargos e salários como motivação.
O problema é que, sem valorização interna, a Secretaria corre o risco de ser apenas mais uma instância burocrática ou um cabidaço de empregos só de interesses políticos eleitorais.
Vozes a favor do plano de cargos e salários
👮 “Sem valorização do servidor não adianta criar secretaria nenhuma.
O que motiva é carreira sólida, salário justo e condições de trabalho.”
Marcos Silva, guarda civil.
👮 “Prefeito adora criar secretaria porque dá cargo de confiança, mas esquece do básico:
pagar bem a tropa.”
João Ferreira, vigilante aposentado.
👮 “A segurança da cidade começa no respeito ao trabalhador da segurança.
Plano de carreira é prioridade máxima.”
Daniela Rocha, advogada.
👮 “Com salário digno, o guarda trabalha mais motivado, se qualifica e atende melhor a população.”
Pedro Nascimento, comerciante.
Vozes a favor da Secretaria de Segurança Pública
🏛️ “Sem uma secretaria, a Guarda fica sempre em segundo plano dentro da prefeitura.
Precisa de espaço político.”
Luana Santos, estudante.
🏛️ “A secretaria organiza a política de segurança como um todo:
Guarda, Defesa Civil e até projetos sociais.”
Carlos Mendes, sociólogo.
🏛️ “Um secretário tem força política para brigar por recursos e convênios com Estado e União.”
Renata Alves, funcionária pública.
🏛️ “Se não tiver estrutura, o plano de carreira não sai do papel.
Primeiro é preciso ter onde organizar a segurança.”
Paulo Henrique, empresário.
Na prática, os dois pontos são fundamentais, mas a escolha de prioridade revela a visão do gestor: valorização imediata da tropa ou fortalecimento político da máquina administrativa.
O risco é que a população fique no meio dessa disputa sem sentir resultados reais na segurança do dia a dia.
***FIM***
Ordem e Progresso
Liberdade Ainda que Tardia
#ordemeprogresso #liberdadeaindaquetardia

COMMENTS