A discussão entre funcionário efetivo e contratado é antiga e sempre reaparece quando o assunto é qualidade do serviço público.
Mas a verdade, lá na ponta onde a população sente, é simples:
Ninguém está satisfeito com processos complicados, discursos bonitos ou competição interna por status.
A população quer atendimento, eficiência e respeito.
O cidadão não pergunta se aquela enfermeira é efetiva ou contratada, ele quer ser atendido com humanidade.
O morador não pergunta se o servidor da limpeza pública é concursado ou temporário, ele quer a rua limpa.
O pai de aluno não pergunta se o professor é efetivo ou contratado, ele quer que seu filho aprenda.
O problema está na cultura política que colocou o cargo acima da função.
Há efetivos que trabalham com dedicação e há efetivos que se escondem atrás da estabilidade para não fazer nada.
Há contratados que fazem muito além do necessário e outros que veem o serviço como algo passageiro e sem compromisso.
O que a população sente é a qualidade, não a categoria do servidor.
E quando o serviço é ruim, ninguém aceita a desculpa.
Quando é bom, todos reconhecem independente do vínculo.
A discussão que deveríamos fazer é outra:
Como valorizar quem trabalha bem?
Como cobrar quem não cumpre seu dever?
Como criar uma cultura de serviço, e não apenas de ocupação de cargo?
Até porque, cidade bem atendida, é cidade respeitada.
Vozes da população
A FAVOR (concordam com o texto):
“Se trabalha bem, merece respeito. Cargo não coloca ninguém acima de ninguém.”
Comerciante.
“Já fui muito melhor atendido por contratado do que por efetivo. Depende da pessoa.”
Motorista.
“O cidadão quer resultado. O resto é discussão interna de órgão público.”
Estudante.
“Quando quer, trabalha. Quando não quer, inventa desculpa. Esse é o problema.”
Aposentado.
CONTRA (apresentam contraponto):
“O concurso existe para proteger o servidor de perseguição política.”
Servidor efetivo.
“Contratado pode ser demitido por não se alinhar politicamente.”
Assistente Social.
“Efetivo traz continuidade ao serviço público, contratado trás rotatividade demais.”
Supervisor municipal.
“O vínculo importa sim, porque garante direitos e estabilidade.
Sindicalista.
O debate não é sobre quem é efetivo ou contratado. É sobre quem está trabalhando de verdade.
E isso a população percebe todos os dias.
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***FIM***
Ordem e Progresso
Liberdade Ainda que Tardia
#ordemeprogresso #liberdadeaindaquetardia
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