No discurso bonito, salário é “dignidade”.
Na prática, pra muita gente poderosa, salário virou ração: só o suficiente pra manter o trabalhador de pé, trabalhando, calado e grato.
Não é pra viver bem, é pra sobreviver.
É calculado no limite: paga-se o mínimo pra evitar revolta, mas nunca o suficiente pra gerar liberdade.
Enquanto a elite fala em “controle de gastos”, o povo corta carne, remédio e lazer.
Enquanto dizem que “o mercado regula”, quem regula mesmo é o medo do desemprego.
O salário mínimo mal cobre o básico, mas o lucro máximo nunca parece exagero.
E quando alguém reclama, vem o sermão: “tem que se qualificar”, “tem que empreender”, “tem que agradecer por ter emprego”. Curioso: sempre tem conselho pro pobre e nunca sacrifício pro rico.
No fim das contas, não é sobre economia, é sobre poder.
Quem depende do salário vive contando moedas.
Quem paga o salário vive contando lucros.
Opiniões populares a favor:
“Salário baixo é estratégia: mantém o povo ocupado demais pra questionar.”
“Se o trabalhador ganhasse bem, não aceitava qualquer condição.”
“A elite chama de meritocracia o que na prática é exploração.”
Opiniões populares contra:
“Empresa não é ONG, paga o que pode pagar.”
“Salário é acordo: aceita quem quer.”
“Se pagar mais, fecha empresa e todo mundo perde.”
Por fim...
Se o salário só garante a sobrevivência e nunca a dignidade, isso ainda é pagamento justo ou é apenas uma ração socialmente aceita?
Compartilhe esse conteúdo, marque quem vive dizendo “o problema é falta de esforço” e vamos puxar esse debate pra fora da bolha.
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***FIM***
Ordem e Progresso
Liberdade Ainda que Tardia
#ordemeprogresso #liberdadeaindaquetardia
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