Tem político que só lembra do pobre em ano eleitoral.
Some a miséria, some o palanque.
Porque, convenhamos: resolver o problema não dá voto, manter o problema dá.
Dinheiro público existe, verba aparece, projeto é anunciado… mas solução de verdade?
Essa nunca sai do papel. A miséria vira cenário, o sofrimento vira discurso e a pobreza vira usina de votos.
Enquanto isso, quem passa fome vira estatística.
Quem mora mal vira número em relatório.
E quem pede ajuda vira figurante de campanha.
O sistema funciona assim: quanto maior a miséria, maior o discurso. Quanto maior o discurso, menor a solução.
Não é falta de recurso.
É falta de interesse.
Porque miséria resolvida não rende foto, não rende comoção e não garante mandato.
Agora vamos ao que o povo realmente diz — sem filtro:
Opiniões populares a favor:
“Se quisessem resolver, já teriam resolvido há décadas.”
“Pobre só é lembrado em época de eleição.”
“Tem dinheiro, o que falta é vergonha.”
“A miséria virou ferramenta política.”
“Quanto mais dependente o povo fica, mais fácil é controlar.”
Opiniões populares contra:
“Não é tão simples assim, o problema é estrutural.”
“Político nenhum resolve tudo sozinho.”
“Existem projetos sociais que realmente ajudam.”
“A culpa também é da má gestão da população.”
“Criticar é fácil, difícil é governar.”
Por fim...
No fim das contas, fica a pergunta que incomoda, mas precisa ser feita:
Quem ganha quando a miséria continua existindo: o povo que sofre ou o político que promete?
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