Você já viu aqueles wind banners espalhados pela cidade durante uma campanha eleitoral?
Eles chamam atenção, ocupam espaços e deixam uma pergunta importante:
Isso apresenta uma proposta de mandato ou apenas aumenta a poluição visual da cidade?
Se existe dinheiro público destinado ao financiamento eleitoral, o eleitor tem o direito de perguntar: qual é a mensagem que está recebendo em troca?
Uma eleição deveria ser oportunidade para conhecer propostas, ideias e compromissos.
Não apenas rostos, nomes, números e publicidade.
O eleitor precisa saber:
O que esse candidato pretende fazer?
Como pretende fazer?
Quanto poderá custar?
Quais são suas prioridades?
Wind banners podem fazer parte de uma estratégia legal de campanha, conforme as regras eleitorais aplicáveis. Mas legalidade não encerra o debate.
A população também pode questionar o excesso de propaganda e a qualidade do conteúdo apresentado.
Dinheiro de campanha deve servir para informar o eleitor, não apenas para ocupar espaço.
No final, fica a pergunta:
Queremos eleger um rosto ou conhecer um projeto de mandato?
O voto é do eleitor.
A proposta deveria estar no centro da eleição.
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